quarta-feira, 9 de julho de 2014

Obras Christo

The Gates, Central Park, NY. City, 1979-2005


The Gates, Central Park, NY. City, 1979-2005

terça-feira, 8 de julho de 2014

ISSO PARA MIM NÂO É ARTE




Pessoas se cortarem para FAZER ARTE. Isso para mim não é arte, mais sim uma tentativa falha de SER ARTE.

"Não devemos olhar para o passado com o olhar de futuro..."




Vila Esperança - Goiás GO


Diane Valdez
Uma de muitas coisas que nunca mais vou esquecer da aula de Fundamentos  Filosóficos e Sócio-Históricos da Educação. Essa frase mudou tudo...

Arte como fazer, Arte como conhecer, arte como exprimir.

"As Definições mais conhecidas da arte, recorrentes na história do pensamento, podem ser reduzidas a três: ora a arte é concebida como um fazer, ora como um conhecer, ora como um exprimir. Essas diversas concepções ora se contrapõem e se excluem uma às outras, ora, pelo contrário, aliam-se e se combina, de várias maneiras. Mas permanecem, em definitivo, as três principais definições da arte.Na Antiguidade prevaleceu a primeira: a arte foi entendida como um fazer em que era, explícita ou implicitamente, acentuando o aspecto executivo, fabril, manual.Com o romantismo, prevaleceu a terceira, que fez com que a beleza da arte consistisse não na adequação a um modelo ou a um cânone externo de beleza, mas na beleza da expressão, isto é, na íntima coerência das figuras artísticas com o sentimento que as anima e suscita."




Arte Na Educação.



Arte na Educação se contrapõe as supostas verdades da Educação e às mais suspeitas ainda, certezas da escola.
São muitas as visões da Arte/Educação as quais dependem da ênfase que se dá as funções da Arte na Educação. Para Eisner as que operam até nossos dias são:
  1. Auto expressão criadora
  2. Solução criadora de problemas
  3. Desenvolvimento cognitivo
  4. Cultura visual
  5. Como disciplina
  6. Potencializadora de performance acadêmica
  7. Preparação para o trabalho

O Que É Arte?

 
"Stephen Dédalus,que não se não se havia educado em vão com os jesuítas e se sentia, portanto, muito atraído pela casuística, colocava-se problemas deste tipo: É valido o batismo com água mineral? Ou então: Se rouba uma libra esterlina e com ela faz-se uma fortuna, há obrigação de devolver a fortuna inteira? E aplicando sua mentalidade casuística à estética, perguntava-se: Se um homem, que num repente e raiva, quebra um pedaço de madeira, consegue com ela esculpir a imagem de uma vaca, essa imagem é uma obra de arte? E se não é, por quê?"
Diante dessa inquietação começamos nossa discussão sobre o que realmente é arte, e também ate onde vai os limites da arte.
Realmente podemos notar que a definição de arte depende muito das classes que elas estão inseridas. Como por exemplo:
  • A arte elitista originada da burguesia, mais inclui também setores intelectuais da pequena burguesia. Seu valor supremo é a originalidade.
  • A Are para as massas, produzida pela classe dominante, ou por especialista a seu serviço, tem por objetivo transmitir , ao proletariado e às camadas médias, a ideologia burguesa, e proporcionar lucros. Seu valor supremo é a sujeição feliz.
  • A arte popular, produzida pela classe trabalhadora ou por artistas que representam seus interesses e objetivos, põe toda sua tônica na utilidade prazerosa e produtiva dos objetos que cira, não em sua originalidade ou no lucro que resulte da venda. Seu valor supremo é a representação e a satisfação solidária de desejos coletivos.
E assim deixa a pergunta: Todos podem fazer arte? ou melhor Tudo que fazemos e falamos que é arte, e realmente arte?